Assista ao Vídeo - Análise de Óleos

Assista ao Vídeo - Análise de Óleos

Óleos Isolantes Térmicos

Gestor de Laudos

Chat On-line

Telefone: (11) 4399-3132 | Emergência: (11) 9943-0943

Ensaios Especiais

Com uma infraestrutura completa, com equipamentos de alto nível tecnológico, e uma equipe composta por profissionais com amplo conhecimento técnico, a Lorencini Brasil também realiza diversos ensaios especiais para as mais variadas finalidades. Confira:

Determinação de enxofre corrosivo – ABNT NBR 10505

Determina qualitativamente os compostos corrosivos de enxofre em óleos minerais isolantes novos isentos de passivadores.

Na maioria dos casos, os óleos isolantes estão em contato contínuo com metais sujeitos à corrosão. A presença de compostos corrosivos de enxofre é prejudicial, pois resulta na deterioração desses metais a uma extensão dependente da quantidade, do tipo do agente corrosivo e dos fatores tempo e temperatura.

A avaliação dessas impurezas indesejáveis, ainda que não em termos de valores quantitativos, é um meio de reconhecer o perigo envolvido.

Determinação do teor de DBDS – Projeto de Norma 10.1-029 (baseado na IEC 60666)

Determina o teor de passivadores de corrosão – Benzotriazol (BTA) e Tolutriazol (TTA) por Cromatografia Líquida de Alta Eficiência (CLAE). Os passivadores têm a função de prevenir (em equipamentos novos) ou interromper (em equipamentos em serviço) a deposição de Cu2S devido à ação do enxofre corrosivo.

Determinação do teor de DBDS – Projeto de Norma 10.1-029

Determina o teor de Dibenzil Dissulfeto por Cromatografia Gasosa com Detector de Captura de Elétrons (GC/ECD). O Dibenzil Dissulfeto é uma das espécies de enxofre que atua na corrosividade ao cobre. Principal agente no enxofre corrosivo.

Determinação do teor de DBPC – ABNT NBR 12134

Determina o teor de 2,6-di-terciário-butil paracresol por Espectrofotometria de Infravermelho por Transformada de Fourier (FT/IR). Visa determinar a quantidade de DBPC que foi adicionada ao óleo mineral isolante novo, ou regenerado, como proteção contra a oxidação ou a quantidade remanescente em um óleo usado.

Determinação do teor de Compostos Clorados

A determinação de PCB em líquidos isolantes não halogenados é realizada pelo método potenciométrico é baseado na dosagem de íons cloreto oriundos das moléculas de bifenila policlorada, após reação específica. Esta dosagem é indireta e requer atenção aos procedimentos sugeridos pelos fabricantes dos equipamentos utilizados.

Determinação do teor de Compostos Furânicos – ABNT NBR 15349

Determina o teor de compostos furânicos por Cromatografia Líquida de Alta Eficiência (CLAE) Analisa o estado de envelhecimento do papel isolante, através da análise de derivados de furanos dissolvidos no óleo mineral isolante. Possibilita o planejamento da substituição do transformador com base em informações técnicas de envelhecimento e não da idade cronológica do equipamento.

Determinação do teor de PCB (Bifenilas Policloradas) – ABNT NBR 13882

Determina o teor de PCB por Cromatografia Gasosa com Detetor de Captura de Elétrons (DCE). A determinação de PCB em líquidos isolantes não halogenados pelo método cromatográfico segue dosagem com utilização de padrões e comparação de áreas em curvas de calibração.

Nosso equipamento conta com analisador automático e coluna “Fast PCB” o que diminui o tempo de análise de 1 hora para 20 minutos por amostra, trazendo rapidez aos nossos clientes com a mesma precisão e confiabilidade.

Determinação do Grau de Polimerização do Papel Isolante – ABNT NBR 8148

O grau de polimerização do papel isolante é medido pela viscosidade da solução de papel no solvente adequado (etilenodiamina cúprica). Analisa o estado de envelhecimento do papel isolante. Possibilita o planejamento da substituição do transformador com base em informações técnicas de envelhecimento e não da idade cronológica do equipamento.

Determinação do Ponto de Fulgor – ABNT NBR 11341

Descargas elétricas no óleo ou exposição prolongada a temperaturas muito altas podem produzir quantidades suficientes de hidrocarbonetos de baixa massa molecular, causando a diminuição do ponto de fulgor do óleo.

Um ponto de fulgor baixo pode ser uma indicação da presença de produtos combustíveis voláteis no óleo. Isto pode resultar da contaminação por um solvente, mas em alguns casos, observou-se que a causa era devida a descargas com centelhamento intensivo.

Determinação da Viscosidade Cinemática e Dinâmica – ABNT NBR 10441

A viscosidade é um fator de controle importante na dissipação de calor. É também afetada pela temperatura. O envelhecimento e a oxidação normal do óleo não afetam de maneira significativa a sua viscosidade.

Determinação do Conteúdo de Partículas – ABNT NBR 14275

A presença de partículas no óleo isolante em equipamentos elétricos pode ter um grande número de fontes possíveis, dentre eles: fabricação do transformador, armazenamento e manuseio do óleo, desgaste e envelhecimento do óleo e sobreaquecimentos. O efeito de partículas suspensas na rigidez dielétrica do óleo isolante depende do tipo de partícula (metálica, fibras, borra, etc) e do seu teor de água.

Determinação da Compatibilidade de Materiais empregados com óleo mineral isolante – ABNT NBR 14274

A variação das propriedades elétricas do óleo mineral isolante é importante na determinação da contaminação do óleo pelo material ensaiado. As mudanças físicas no material ensaiado, tais como a dureza, inchamento ou descoloração, indicam o efeito do óleo no material ensaiado e são usadas para determinar a utilização do material em presença do óleo mineral isolante.

Determinação da Composição Carbônica – ASTM D 2140 -03

A composição carbônica é determinada através da viscosidade, da densidade específica e do índice de refração do óleo e é expressa em porcentagem de compostos naftênicos, porcentagem de compostos parafínicos e porcentagem de compostos aromáticos presentes no óleo mineral isolante.

Determinação da Estabilidade à Oxidação – ABNT NBR 10504

A capacidade do óleo mineral isolante de suportar a oxidação sob solicitação térmica e na presença de oxigênio e um catalisador de cobre é chamada estabilidade à oxidação. Esta fornece informações gerais sobre a expectativa de vida do óleo sob as condições de serviço no equipamento elétrico. A propriedade é definida como resistência à formação de compostos ácidos, borra e compostos que exercem influência no fator de perdas dielétricas sob determinadas condições.

Análise em Óleo Vegetal – ABNT NBR 15422

Análise Físico-Química em fluído silicone - IEC 836

Análise Físico-Química em fluido R TEMP